Quem sou eu

Minha foto
Este é um espaço dedicado à exposição e divulgação de singelos poemas originários de um personagem fictício francês, inebriado de sonhos e embriagado com devaneios. O sobrenome de tal personagem é um trocadilho com a palavra "fantaisie" que significa devaneio em francês. Jacques é um aedo que teima em devanear por entre os não-lugares desse mundo, por sobre os valores há muito esquecidos e os sonhos que se encontram aturdidos nas malhas sócio-históricas nas quais nos encontramos. É um poeta de um mundo moderno que persiste em sua idealização idílica e fantasiosa, ora melancólica ora radiosa, sobre as intempéries do seu alucinante coração. Sem mais, espero que gostem, comentem, reclamem, sugiram e até corrijam alguns impropérios desse jovem velho cantor. Que o ar fantasiante de Jacques Fant'Aisier se faça presente a todos e que acima de tudo reine a esperança por entre a correria e pragmatismo do nosso real mundo humano. Abraços a todos os visitantes!!!

21 de dez de 2013


Rangido de Engrenagem

Na minha atual oração
Não há nenhum verbo
Só há um rotineiro repetir
De cinzas e velhos ais...

Nessa poética canção
Não há melodia nem tom
Nem canto humano audível
Ou voz qualquer dissonante
São mudos os gemidos...

É só um rígido soar
De antigos ritos nauseantes
Mortais, automáticos, paralisantes
E que há muito perderam seu particular simbolismo.

E não cessam de se representar
Como um disco arranhado sem voz
Sem uma nota, uma cor, um dor sequer
Nenhum sonho que fosse, um leve frescor.
Há somente o gélido silêncio de mil catedrais.

Nessa minha oração sem sentido
Da esperança só há mera miragem
E no sutil ruminar pesaroso do tempo
Minha pena escreve em ação padrão
Um pós-moderno rangir rotineiro de engrenagem

Rangido de Engrenagem

Na minha atual oração
Não há nenhum verbo
Só há um rotineiro repetir
De cinzas e velhos ais...

Nessa poética canção
Não há melodia nem tom
Nem canto humano audível
Ou voz qualquer dissonante
São mudos os gemidos...

É só um rígido soar
De antigos ritos nauseantes
Mortais, automáticos, paralisantes
E que há muito perderam seu particular simbolismo.

E não cessam de se representar
Como um disco arranhado sem voz
Sem uma nota, uma cor, um dor sequer
Nenhum sonho que fosse, um leve frescor.
Há somente o gélido silêncio de mil catedrais.

Nessa minha oração sem sentido
Da esperança só há mera miragem
E no sutil ruminar pesaroso do tempo
Minha pena escreve em ação padrão
Um pós-moderno rangir rotineiro de engrenagem

Rangido de Engrenagem


Rangido de Engrenagem


Na minha atual oração
Não há nenhum verbo
Só há um rotineiro repetir
De cinzas e velhos ais...

Nessa poética canção
Não há melodia nem tom
Nem canto humano audível
Ou voz qualquer dissonante
São mudos os gemidos...

É só um rígido soar
De antigos ritos nauseantes
Mortais, automáticos, paralisantes
E que há muito perderam seu particular simbolismo.

E não cessam de se representar
Como um disco arranhado sem voz
Sem uma nota, uma cor, um dor sequer
Nenhum sonho que fosse, um leve frescor.
Há somente o gélido silêncio de mil catedrais.

Nessa minha oração sem sentido
Da esperança só há mera miragem
E no sutil ruminar pesaroso do tempo
Minha pena escreve em ação padrão
Um pós-moderno rangir rotineiro de engrenagem...


Rangido de Engrenagem

Na minha atual oração
Não há nenhum verbo
Só há um rotineiro repetir
De cinzas e velhos ais...

Nessa poética canção
Não há melodia nem tom
Nem canto humano audível
Ou voz qualquer dissonante
São mudos os gemidos...

É só um rígido soar
De antigos ritos nauseantes
Mortais, automáticos, paralisantes
E que há muito perderam seu particular simbolismo.

E não cessam de se representar
Como um disco arranhado sem voz
Sem uma nota, uma cor, um dor sequer
Nenhum sonho que fosse, um leve frescor.
Há somente o gélido silêncio de mil catedrais.

Nessa minha oração sem sentido
Da esperança só há mera miragem
E no sutil ruminar pesaroso do tempo
Minha pena escreve em ação padrão
Um pós-moderno rangir rotineiro de engrenagem...


Rangido de Engrenagem

Na minha atual oração
Não há nenhum verbo
Só há um rotineiro repetir
De cinzas e velhos ais...

Nessa poética canção
Não há melodia nem tom
Nem canto humano audível
Ou voz qualquer dissonante
São mudos os gemidos...

É só um rígido soar
De antigos ritos nauseantes
Mortais, automáticos, paralisantes
E que há muito perderam seu particular simbolismo.

E não cessam de se representar
Como um disco arranhado sem voz
Sem uma nota, uma cor, um dor sequer
Nenhum sonho que fosse, um leve frescor.
Há somente o gélido silêncio de mil catedrais.

Nessa minha oração sem sentido
Da esperança só há mera miragem
E no sutil ruminar pesaroso do tempo
Minha pena escreve em ação padrão
Um pós-moderno rangir rotineiro de engrenagem...